Garota sai em defesa da mãe e mata pai esfaqueado

Uma adolescente de apenas 14 anos saiu em defesa da mãe, em briga conjugal registrada na noite de sábado (19), e assassinou o próprio pai com uma facada no pescoço. A tragédia foi registrada por volta das 21h dentro da residência da família, localizada na rua Londrina, no jardim Paloma, em Colombo (região metropolitana de Curitiba). Edenilson Fragoso, de 45 anos, morreu antes da chegada dos socorristas do Siate. O corpo dele foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Curitiba. A menina, responsável pelo assassinato, foi levada à Delegacia do Alto Maracanã para prestar esclarecimentos. (Bonde/com informações da rádio Banda B).

Que acham disso?

 

“A essência da vida é saber aceitar e compreender o que a vida nos proporciona, pois somos responsáveis pela colheita do que plantamos”

Na vida temos três professores importantes: o ‘Momento Feliz’, o ‘Momento Triste’ e o ‘Momento Difícil’.

O ‘Momento Feliz’ mostra o que não precisamos mudar.
O ‘Momento Triste’ mostra o que precisamos mudar.
O ‘Momento Difícil’ mostra que somos capazes de superar.

“Como posso festejar com salário de R$ 750?”, questiona dona da melhor nota no concurso do Magistério. (O funcionalismo público é assim. É irônico achar que os concursos dão bons salários, estabilidade e uma aposentadoria integral. isto vale para poucos, que já são privilegiados ao longo da carreira).

"Como posso festejar com salário de R$ 750?", questiona dona da melhor nota no concurso do Magistério Tadeu Vilani/Agencia RBS
Maura, a primeira colocada no concurso do magistério Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS
 
Dona da melhor nota na polêmica prova do magistério gaúcho, a jovem Maura Bombardelli, 24 anos, vive a dualidade da vitória. A felicidade pela superação de ter acertado o maior número de questões das 30 regiões contempladas no concurso contrasta com a certeza da má remuneração que a aguarda. Por isso, Maura não se reserva o direito de se sentir felizarda, como fazem os vencedores. Guardou para uma próxima oportunidade a comemoração. Só contou aos pais sobre o feito um dia depois e se esforçou para compartilhar da mesma emoção ao saber da meta alcançada.
— Como posso festejar se o salário que me aguarda é de R$ 750? — questionou ela.
Na prova que valia 80, Maura atingiu média 77,6 — o que equivale a 97% do teste. Está entre os 281 aprovados do universo de 830 candidatos à habilitação em História na Capital. Essa é a terceira disputa em que Maura chega em primeiro lugar.
Conquistou o feito no ano passado, na avaliação das prefeituras de Gravataí e de Guaíba.
O paradoxo se intensifica pela qualificação da futura docente de uma das 259 escolas estaduais de Porto Alegre. É formada em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), está no primeiro ano do mestrado em História Política na mesma instituição e já ganhou dois troféus: um de iniciação científica, outro de jovem pesquisador.
Durante toda a vida, ela estudou em escola pública – Esse crescente intelectual é fruto de muita disciplina, leitura e curiosidade pelo mundo. A jovem nunca perdeu a rotina de estudos de vista — concluiu a faculdade, passou a estudar para o mestrado e para concursos paralelamente. O trabalho voluntário como professora em um cursinho pré-vestibular para alunos de baixa renda turbinou o preparo. Apesar de dizer que foi bem preparada durante a vida acadêmica na UFRGS, Maura ressalta que a prova não reflete o que foi visto na sala de aula.
— Por isso é que o esforço individual é muito importante. Vai do candidato buscar por fora meios de se preparar. A aula que eu dou no curso pré-vestibular estava mais próxima da prova do que o que eu aprendi na faculdade.
À primeira vista, o perfil reservado da garota enxuta de 1m65cm remete a alguém firme e rigoroso. Aos poucos, ela deixa transparecer uma personalidade sensível. A visão que os outros têm da profissão que escolheu para si não a deixa lá tão confortável:
— Sei que muita gente acha que estou jogando a minha capacidade fora em uma profissão sem retorno financeiro — diz a caçula de três irmãs: uma advogada e a outra gerente de banco.
Filha de professora estadual aposentada, Maura se diz inspirada pela mãe. Toda a vida estudou em escola pública. Concluiu o Ensino Fundamental em São Jorge, município do interior do Estado, onde nasceu, e o Ensino Médio, em Nova Prata, cidade vizinha. Há sete anos mora em Porto Alegre. Quando pensa na conquista, não consegue achar destaque na sua conduta.
— Sou normal. Não sou gênio, brilhante. Faço o que todo o estudante deveria fazer: estudar — ensina Maura.
Mesmo com a insatisfação financeira que lhe desarma o olhar cintilante, Maura nem por um momento cogita desistir da posse. Encara-a como um desafio, o primeiro passo no mercado de trabalho:
— Dar aula é sensacional, mas entristece por que, diante de qualquer concurso melhor, vou largar.
A receita de Maura
— Estuda diariamente para o mestrado e para concursos.
— O treino do cérebro para a compreensão da prova foi potencializado pelas cem páginas que lê para as aulas da pós-graduação.
— Um mês antes, adquiriu uma apostila e passou a devorá-la durante duas horas diariamente.
— O curso de história da UFRGS deu uma base sólida.
— O preparo individual é importante. Muitas pessoas acham que por terem feito faculdade estão preparadas e, na verdade, falta o bê-á-bá.
— O fato de estar estudando continuamente ajudou a solidificar os conhecimentos.
As críticas à prova
— Há um distanciamento do que é ensinado na faculdade e o que é cobrado, que geralmente são conteúdos mais tradicionais, que não são tão trabalhados na academia.
— Seguir o edital foi praticamente impossível, já que a cobrança de leitura foi acima do plausível: mais de 30 obras de pedagogia e literatura específica de cada curso.
— As únicas três questões que Maura não acertou diziam respeito a conhecimentos interdisciplinares — conhecimentos humanos e suas tecnologias — raramente ensinados em materiais didáticos e sala de aula.
(Zero Hora)

O sentido de palavra verdade, a aletéia dos gregos: desvelamento, a retirada do véu, o não-esquecimento

Platão
 
A VERDADE À MODA GREGA
 
Já nos primeiros minutos do emocionado discurso que pronunciou na cerimônia de instalação da Comissão da Verdade, quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff apresentou uma curiosidade filológica surpreendente:
“A palavra ‘verdade’, na tradição grega ocidental, é exatamente o contrário da palavra ‘esquecimento’… É memória e é História. É a capacidade humana de contar o que aconteceu”.
 
… de fato existe uma verdade etimológica profunda na afirmação da presidente.
Nosso vocábulo verdade veio no século 13 do latim veritas,veritatis, mas o termo grego que os latinos traduziam por essa palavra era etimologicamente bem distinto: na língua de Platão (foto), aletheia carregava sobretudo a ideia de desvelamento, de descoberta, de retirada do véu da aparência para revelar aquilo que verdadeiramente é.
E o que a memória tem a ver com isso? Na mitologia grega, chamava-se Lete o “rio do esquecimento”, que provocava a perda de memória em quem bebesse de sua água. Aletheia (de a + lethe) era, na origem, a negação dessa amnésia, e portanto a afirmação da memória, provavelmente entendida como o próprio fundamento da razão.
Como lembra o filósofo catalão José Ferrater Mora, “o sentido primário da verdade como aletheia não é (…) mera descoberta ou patenteamento, mas, sobretudo, a manifestação da recordação”.

… se o voto fosse facultativo, necessariamente, a Justiça Eleitoral teria sua estrutura inteira redimensionada…, não existe democracia plena onde o voto é obrigatório…

Relação da Justiça Eleitoral com eleitor

  foto (mera ilustração) retirada do Facebook.

Com a aproximação da eleição torna-se corriqueiro o deslocamento de servidores da secretaria do Tribunal para auxiliarem os cartórios eleitorais da capital. Um momento importante para levantamento de eventuais deficiências na execução de algumas tarefas, percepção da relação servidor e eleitor e especialmente do preparo dos cartórios para atendimento ao eleitorado num tempo considerado razoável, uma espera que jamais ultrapassasse uma hora. Nada é tão perfeito que não se possa melhorar é o preceito que serve para respaldar algumas constatações, pois se disseminou na quase unanimidade da Justiça Eleitoral de que ela presta um serviço otimizado e rápido, sempre comparado aos demais serviços prestados em outros órgãos públicos, sempre com menção permanentemente ao tempo de espera em postos de saúde. É fato que existe bastante empenho, mas há campo para aprimoramento. Como no jargão futebolístico, talvez seja prudente baixar um pouco a bola. Deve-se começar o aprimoramento pelo programa ELO, que é destinado às várias operações referentes à inscrição do eleitor. Muitas vezes a situação de um eleitor necessita de vários procedimentos e o sistema precisa ser reiniciado a cada etapa. Os programadores poderiam permitir etapas sequenciais até finalizar o atendimento ao eleitor. Além disso, deveria firmar um convênio com o sistema financeiro a regularização toda vez que o problema do eleitor fosse apenas pecuniário. Ao efetuar o pagamento a situação do eleitor se normalizaria automaticamente, sem necessidade de registro do pagamento de multa e nem de mais um registro de TSE. Já os aparelhos para registro de digitais deveriam possibilitar a leitura simultânea de todos os dedos. Caso ainda não existam, o fornecedor deveria começar estudos para fabricá-los. Se o problema for o preço, no momento da compra, só teria preferência até dez dos atuais, se o preço de um que lesse todas as digitais simultaneamente fosse superior a dez vezes.

Do ponto de vista do trato ao eleitor, as Corregedorias Regionais Eleitorais deveriam intensificar trabalhos com palestras e cursos de aperfeiçoamento sobre um atendimento padronizado ao público, sem cortesia exagerada aos mais bem vestidos, nem de menos aos mais humildes. Existe uma percepção distorcida e generalizada de que o eleitor está a serviço ou subjugado à Justiça Eleitoral. Deveria ficar bem mais arraigado na consciência do servidor eleitoral que a sua existência depende do eleitor e não o contrário. Ainda torno claro para os mais apressados: a sua existência enquanto servidor público eleitoral. Essa posição defendida aqui é confirmada por um recado debochado, “sorria, você deixou para os últimos dias”, afixado nos cartórios no período final do alistamento. Um atendimento rápido não deveria depender de qual dia o eleitor comparecesse ao cartório, essa responsabilidade não é dele, sua obrigação se restringe a comparecer no prazo.

Em última instância, o eleitor é a razão precípua da existência da Justiça Eleitoral. Entretanto, se o voto fosse facultativo, necessariamente, a Justiça Eleitoral teria sua estrutura inteira redimensionada. Aliás, embora seja uma posição pessoal e isolada e ainda que a propaganda oficial nunca mencione – e não é por inocência – não existe democracia plena onde o voto é obrigatório.

 

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP

Bel. Direito

MARKETING EVANGÉLICO

 - O trânsito já perturbado de caótico para pior ficou impermeavelmente bloqueado ontem de manhã no centro de Curitiba nos cruzamentos, entornos e transtornos das duas Marechais, Rua XV e Boca Maldita. Foi por causa da sexta edição da Marcha para Jesus, bem como a Marcha da Maconha, que reuniram fiéis, fanáticos ou não, e adeptos, viciados ou não, da descriminalização da droga. O que causa estranheza no mundo competitivo e marketeiro da fé é sempre a ausência imperialista da Igreja Católica nessas manifestações. Por que não participar, senhores bispos? Por ser contra, Sua Santidade Papa Bento?

Eu concordo com Marx: religião é o ópio do povo.

PLACAR de visitas em tempo real, aqui, agora: 1.981 acessos/dia. Obrigado! e um bom domingo a todos!!

O planeta não precisa de mais ‘pessoas de sucesso’. O planeta precisa desesperadamente de mais pacificadores, curadores, restauradores, contadores de histórias e amantes de todo tipo. Precisa de pessoas que vivam bem nos seus lugares. Precisa de pessoas com coragem moral dispostas a aderir à luta para tornar o mundo habitável e humano, e essas qualidades têm pouco a ver com o sucesso tal como a nossa cultura o tem definido. Dalai Lama.

Flagrante do encerramento do Lupaluna!!

A boa notícia

20/05/2012

Jesus vai para o céu

Mc 16,15-20

Então ele disse:
- Vão pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho a todas as pessoas. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. Aos que crerem será dado o poder de fazer estes milagres: expulsar demônios pelo poder do meu nome e falar novas línguas; se pegarem em cobras ou beberem algum veneno, não sofrerão nenhum mal; e, quando puserem as mãos sobre os doentes, estes ficarão curados.
Depois de falar com eles, o Senhor Jesus foi levado para o céu e sentou-se do lado direito de Deus. Os discípulos foram anunciar o evangelho por toda parte. E o Senhor os ajudava e, por meio de milagres, provava que a mensagem deles era verdadeira.

*

“Sem o fogo do entusiasmo não há o calor da vitória.”
[Provérbio Chinês]

(04) Lupanares e lupalunas (matinas)

 

- Até que em fim, o sol sorumbático, depressivo,  macambúzio, desvela sua cara, desanuviando após dias de tristeza constrangedora chocando como uma galinha no ninho os ovinhos com pintinhos. Incendeia os pinherais sobreviventes nos imensos e desolados jardins intemporais, esplende nos rios e vales, colinas e altares. Vejo-o saltitar, fenestrando as entorpecidas alcovas livres e de masmorras. Que bom, ó astro-rei! Já imaginou se vc não iluminasse ninguém, qual seria o teu prazer se não fizesse aquilo q mais gostas, que é brilhar? Admiro os anjos caídos à sombra da tarde da noite mais escura. Ó eterno feminino! Meu coração materialista adora a vós, gurias noctívagas mais lindas sem plumas, mais deliciosas nos lupanares e lupalunas. Admiro os geniais marketeiros do céu, do purgatório, do inferno, como Dante fendido e fudido por Beatriz no paraíso. Admiro as mágicas do mercado, ó Lúcifer portador da luz, ó Belzebu dos quintos e Tranca-rua-das-almas.  Vós, ó indecentes anjos do mundo, que reinais em Sodoma e Gomorra. Admiro a todos da platéia de Cristo. Bom dia!!